O café vai aumentar suas ações parafiscal

Cultivos cafeteros

Lavouras de café


O café eo arroz deve aumentar suas ações parafiscal, castanholas e os criadores de porcos já propostos, surgiria para as flores.
Com o aumento das contribuições fiscais de café, arroz, palma porco, e provavelmente os produtores, os produtores no campo assumir um papel mais proeminente no financiamento de programas que fortaleçam esses setores, de modo a reduzir a taxa de envolvendo o Estado.

Ministro da Agricultura, Juan Camilo Restrepo, disse que o projeto de reforma tributária a ser apresentado no Congresso incluem alterações às contribuições parafiscais de café e arroz. Da mesma forma, o Governo está a discutir com o parafiscality sindicatos de óleo de palma e do porco.
A mensagem em um melhor esforço dos produtores e menos dependentes de recursos do Estado, começaram a enviar presidente Juan Manuel Santos eo ministro da Agricultura, em congressos de café e arroz em dezembro passado.
Para o café que propôs para ajustar a contribuição ea reengenharia institucional da guilda, para torná-lo forma mais sustentável, o ministro Restrepo foram cobrados 59.000 pesos devidos pelo programa de refinanciamento Pran (alívio da dívida).
O presidente lembrou que, para cada quatro dólares que reverte a organização de comércio de café, há três contribuições do Governo. O montante das contribuições de 2011 foi de 310.000 milhões de pesos, o que foi gasto em áreas como Incentivo de Capitalização Rural (ICR) para os beneficiários do programa de permanência, Sustentabilidade e Futuro, o serviço de extensão, o apoio às pessoas afectadas pela a pesquisa Cenicafé inverno, e os incentivos para cooperativas de agricultores, entre outros. Santos concluiu, "é claramente uma situação difícil de sustentar ao longo do tempo, tornando-se necessário ser mais eficaz e buscar uma maior alavancagem para diferentes programas."
A contribuição é o setor de quasi-fiscal, que vai pagar seis cêntimos por quilo de café exportado. Na guilda, a questão estará na agenda deste ano, foi referido no Acordo de café Prosperidade, assinado em agosto de 2010 e deverá tornar-se muito apertado caber aos preços internacionais dos grãos.